Love Song

domingo, 15 de agosto de 2010





“Eu nunca escrevi uma canção romântica que não terminasse em lágrimas.
Talvez você reescreva minha canção romântica caso possa substituir meus medos. Preciso de sua paciência e direção. E todo seu amor e mais.
Quando trovões circulam através de minha vida, será que você está disposto a vencer essa tempestade?
Há muito que eu gostaria de lhe dar, baby, se ao menos eu conseguisse.
Há um inchaço de emoções que sinto que devo proteger.
Mas qual é o ponto dessa proteção se mantém o amor longe também?
Eu prefiro sangrar com cortes de amor ao invés de viver sem cicatrizes.
Eu posso confiar? Ou será que todas as coisas terminam?
Eu preciso ouvir que você morrerá por mim, de novo, e de novo, e de novo...
Então me diga quando você olha em meus olhos: você consegue compartilhar todas as dores e os momentos felizes? Pois amarei você para o resto de minha vida.

Essa é minha primeira canção romântica que não terminou em lágrimas.
Acho que você reescreveu minha canção romântica para o resto de meus anos.
Amarei você para o resto de minha vida.”


P!nk – Love Song


Comecei o post com uma letra da cantora P!nk, por que acho que ela meio que resume todo o meu pensamento sobre o assunto. Love Song fala sobre pessoas que se fecham para relacionamentos amorosos, por medo de se machucarem e sofrerem caso ele não dê certo.

Acho que viver guardado atrás de certas barreiras é o melhor caminho para se preservar, mas a que preço? A vida é feita de riscos, tudo é feito de riscos. Conheço pessoas que criaram barreiras que as impedem de se apaixonarem, mas eu percebi que essas barreiras terminam afastando as pessoas delas.

Um amigo uma vez me disse que “não existe final feliz pra todo mundo”. Pode ser verdade, principalmente pra ele que me parecia tao convicto e satisfeito com sua infelicidade. Eu acreditei nisso e criei barreiras pra mim pensando que assim estaria seguro, mais feliz. Eu estava completamente errado. É verdade que não tinha o medo de me decepcionar com as pessoas, nem iria sentir aquela coisa ruim que as pessoas sentem quando um relacionamento não dá certo, mas eu estava completamente sozinho. Com o tempo os amigos não iriam poder suprir a necessidade de ter alguém com quem eu sentisse mais do que apenas carinho de amigo. Eu acho que consegui desfazer essas barreiras, ou alguém fez isso por mim.

Hoje em dia penso que a felicidade não estar em se preservar, mas em compartilhar sentimentos sinceros com os outros. Às vezes as pessoas nos machucam tanto que mudamos nossos hábitos só para que não nos sintamos “vulneráveis” novamente. Isso não é bom. Não temos que ter medo de viver e amar, temos que estar preparados para tudo, por que assim viveremos sem ter tanto medo.

Não sei se algum de vocês vai se identificar com esse post, mas eu queria passar para vocês que não temos que ter medo de amar. Que mesmo que nos machuquemos hoje, depois que a dor passar – e isso o tempo é quem vai resolver -, você vai ver que há um mundo cheio de pessoas que também estão passando, ou já passaram, por isso. Acredite, não desistir é o melhor remédio. Quem sabe depois você não vai encontrar alguém que te ame de verdade e reescreva sua canção romantica?

Quem quiser ouvir a música, aqui está o link pro youtube: http://www.youtube.com/watch?v=K28XZYaB5ow


See you,
Gutto S.

2 comentários:

Maricélio disse...

Pink!
adoro ela.
Otimo texto Gutto *-*

Unknown disse...

Amei o post, Gutto *__*
Você conseguiu dizer TUDO em poucas palavras. O texto ficou lindo. ;*

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