Running Up That Hill

2 comentários

sábado, 28 de agosto de 2010



Eu costumava dizer que era uma pessoa feliz. Tinha pai e mãe maravilhosos que me adotaram quando nasci e me deram tudo o que podiam. Tinha amigos e amigas com quem compartilhava meus momentos mais felizes onde chorava de rir, e até os momentos onde eu só queria um abraço pra me sentir melhor. Ao longo dos meus dezessete anos fui vendo grandes amigos partirem já que nossos caminhos se separaram. Sempre foi assim, por que a vida é assim.

Em março de 2009, em pleno domingo de carnaval, meu pai passou muito mal e foi levado para o hospital as pressas. Tudo começou àquele dia e desde então as coisas começaram a mudar. Descobrimos que ele tem câncer, o pior é que ele não sabe disso. Vejo meu pai ir para o médico toda semana para se tratar, pensando que sua doença é algo besta que só precisa de um tratamento para ficar bom. Sabemos que não é assim...

Descobri que minha mãe tem úlcera. Na verdade ela teve quando mais nova, mas com um tratamento milagroso ela ficou boa... Por um tempo. Essa semana ela foi ao médico e, ao que tudo indica, ela está com isso novamente. Bom...

Tenho uma melhor amiga. Não vou citar seu nome por que ela pediu para guardar segredo sobre isso. Mas é dificil saber o que eu sei e ficar calado, dividir isso apenas com ela. Eu amo à minha amiga, ela tem exatamente tudo o que eu sempre procurei em uma amizade. O problema é que recentemente ela descobriu um câncer já em estado avançado e segundo os médicos ela só tem oito meses de vida. Vocês não podem imaginar como estou me sentindo com tudo isso. Ela assumiu o posto da minha familia, ela se tornou meu porto seguro, meu ombro amigo, meu anjo da guarda. Com ela sorri, chorei, aprontei, fofoquei, brinquei... Ela é uma das pessoas mais especiais da minha vida e sei que ninguém poderia substituí-la.

Venho sorrindo sempre que a vejo, tentando colocá-la pra cima, fazê-la esquecer. Me pergunto porque a vida é tão injusta. Talvez esse seja um castigo de Deus? Mas se ele queria me punir por algo que eu tenha feito, por que usar outras pessoas? Posso estar blasfemando, eu sei, mas por mais que eu não queira pensar nessas coisas, é isso que me vem a cabeça sempre que olho para o meu pai, minha mãe e minha amiga. Entretando é para Deus que venho orando todo o tempo pedindo para que ele não tire as pessoas mais importantes da minha vida de mim agora.

Isso tudo pesa, e eu não posso pedir para carregar esse fardo... É apenas meu.

Tenho medo de como vou estar vivendo daqui a oito meses, de acordo com as coisas que venho vivendo no presente. Tenho medo de tudo e do que serei capaz de fazer.

Agradeço aos meus amigos que já souberam disso e que estão me dando forças. Obrigado. Precisei expor isso aqui hoje, mesmo não querendo transformar meu cantinho em um diário. Uma frase que não sai da minha cabeça vem de uma música interpretada pela Kerli, Running Up That Hill.

"E se eu apenas pudesse,
Eu teria feito um trato com Deus,
Eu pediria ele para trocar os nossos lugares,
Continue correndo estrada a fora
Continue correndo colina acima
Continue correndo pelo prédio
Se eu pudesse..."


Queria mesmo poder trocar de lugar com todos eles, mas só posso pedir para que eles continuem correndo colina acima e não se entreguem, por que eu estou aqui por eles.

Sem mais, obrigado por ouvirem meu desabafo.

Quem quiser ouvir a música, aqui está o link pro youtube: http://www.youtube.com/watch?v=grg6Nu_z8KE


See you,
Gutto S.

Nothing Lasts Forever

3 comentários

quarta-feira, 25 de agosto de 2010



"Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.

Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.

Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:

- Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa.

- Não acaba nunca, e pronto.

- Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.

- Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.

- E agora que é que eu faço? - Perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver.

- Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.

- Perder a eternidade? Nunca.

O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.

- Acabou-se o docinho. E agora?

- Agora mastigue para sempre.

Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da idéia de eternidade ou de infinito.

Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.

Até que não suportei mais, e, atrevessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.

- Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!

- Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.

Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.

Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim."

Medo da Eternidade - Clarice Lispector



A discursão sobre essa crônica na aula de Português de hoje foi o que me fez postar esse texo aqui. Mas uma vez, este não era o tema que eu tinha escolhido para o mu post, mas eu costumo fazer as coisas que tenho vontade de fazer antes que me arrependa de não ter feito. Enfim, o texto trás uma reflexão sobre a eternidade. Me pergunto se todas as coisas duram para sempre... Será que isso seria bom?

Eu não quero viver para sempre, pensar nisso assusta. Do mesmo jeito que não acredito que as coisas durem para sempre, ora, que graça tem alguma coisa se você sabe que ela nunca vai acabar? As coisas eternas acabariam perdendo a importância, a singularidade, se tornaria uma coisa monótona e chata. Uma vez li a frase: "Aprendi que amores eternos podem acabar em uma noite", será isso verdade? Eu continuo acreditando que tudo termina, mais cedo ou mais tarde. A vida é passageira para o nosso bem, afinal, qual é a graça de dar infinitas voltas ao mundo a pé pela eternidade?

Uma pessoa na sala disse que a eternidade tira o valor das coisas. Concordo com ela. Eu prefiro saber que tenho uma vida passageira - e por isso tenho que aproveitar todas as coisas antes de bater as botas - do que saber que com o tempo o chiclete docinho vai se desgatar e virar uma coisa sem sabor, encômoda, sem fim.

Aproveitar todas as coisas boas ainda é meu lema, e quando, inevitavelmente, elas chegarem ao fim, eu saberei que as terei vivido da melhor maneira que possível. Escolhi a foto por compreender que o futuro está nas nossas mãos. Somos nós quem decidimos se as coisas valem ou não a pena, sendo assim, você faz sua eternidade.

See you,
Gutto S.

Special Quotes

7 comentários

terça-feira, 17 de agosto de 2010




“Tu não és para mim senão um garoto inteiramente igual a cem mil outros garotos. E eu não tenho necessidade de ti. E tu não tens também necessidade de mim. Não passo a teus olhos de uma raposa igual a cem mil outras raposas. Mas, se tu me cativas, nós teremos necessidade um do outro. Serás para mim único no mundo. E eu serei para ti única no mundo...”

“Mas se tu me cativas, minha vida será como que cheia de sol. Conhecerei um barulho de passos que será diferente dos outros. Os outros passos me fazem entrar debaixo da terra.
O teu me chamará para fora da toca, como se fosse música. E depois, olha! Vês, lá longe, os campos de trigo? Eu não como pão. O trigo para mim é inútil. Os campos de trigo não me lembram coisa alguma. E isso é triste! Mas tu tens cabelos cor de ouro. Então será maravilhoso quando me tiveres cativado. O trigo, que é dourado, fará lembrar-me de ti. E eu amarei o barulho do vento no trigo...”

“Vós não sois absolutamente iguais à minha rosa, vós não sois nada ainda. Ninguém ainda vos cativou, nem cativastes a ninguém. Sois como era a minha raposa. Era uma raposa igual a cem mil outras. Mas eu fiz dela um amigo. Ela á agora única no mundo.”

“Ela sozinha é, porém, mais importante que vós todas, pois foi a ela que eu reguei. Foi a ela que pus sob a redoma. Foi a ela que abriguei com o pára-vento. Foi dela que eu matei as larvas (exceto duas ou três por causa das borboletas). Foi a ela que eu escutei queixar-se ou gabar-se, ou mesmo calar-se algumas vezes. É a minha rosa.”

“Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas.”

“A gente corre o risco de chorar um pouco quando se deixou cativar”

“E quando te houveres consolado ( a gente sempre se consola), tu te sentirás contente por me teres conhecido. Tu serás sempre meu amigo. Terás vontade de rir comigo. E abrirás às vezes a janela à toa, por gosto... E teus amigos ficarão espantados de ouvir-te rir olhando o céu. Tu explicarás então: "Sim, as estrelas, elas sempre me fazem rir!" E eles te julgarão maluco. Será uma peça que te prego.”


O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupéry



Acordei pela manhã e olhei o que meu horóscopo dizia. “Sua alma peregrina pede inspiração. Medite, leia, explore mundos.” Tinha uma idéia formada para meu próximo post do Sober Whisper pela manhã, mas à tarde, uma amiga me mostrou algumas passagens que ela tinha gostado do livro O Pequeno Príncipe. Confesso que nunca tive vontade de ler o livro, por mais que ele seja famoso e eu ame leituras. Li algumas páginas, principalmente as marcações no livro da biblioteca feitas por outros alunos. Achei tudo tão cativante.

Tomei notas do que mais me atraiu: as frases que se misturam com meus sentimentos - embora alguns sentimentos confusos eu não me orgulhe -, as declarações feitas de forma tão pura. Enfim, agora vou ler o livro por completo e sei que vou ter novas opiniões quando terminar de lê-lo. Estou ansioso, pra falar a verdade.

Deixei as minhas anotações aqui para reflexão. Gostaria de receber comentários sobre o livro (e também sobre meu post). Amo vocês.

Dedico esse post para algumas pessoas que me cativaram. São eles:

Otaciana Bruna, por ter me mostrado o livro. Obrigado por ter me incentivado e por ser quem é.
Priscilla Alves, a única à quem chamo de melhor. Essencial.
Marcia Tatyanne, por cuidar tão bem de mim. Eterna em minha vida.
Clécius Brandão, por que não existe ninguém melhor para se chamar de amigo.
Leonardo Sanclart, por ser a raposa que virou amigo. Obrigado por me ouvir.
Ana Luiza, por ser uma rosa tão especial.
George Luiz, por ter me cativado. Obrigado por tudo.
Todos que vem acompanhando meus posts. Deixem-se serem cativados e cuidem de vossas rosas.

See you,
Gutto S.

Love Song

2 comentários

domingo, 15 de agosto de 2010





“Eu nunca escrevi uma canção romântica que não terminasse em lágrimas.
Talvez você reescreva minha canção romântica caso possa substituir meus medos. Preciso de sua paciência e direção. E todo seu amor e mais.
Quando trovões circulam através de minha vida, será que você está disposto a vencer essa tempestade?
Há muito que eu gostaria de lhe dar, baby, se ao menos eu conseguisse.
Há um inchaço de emoções que sinto que devo proteger.
Mas qual é o ponto dessa proteção se mantém o amor longe também?
Eu prefiro sangrar com cortes de amor ao invés de viver sem cicatrizes.
Eu posso confiar? Ou será que todas as coisas terminam?
Eu preciso ouvir que você morrerá por mim, de novo, e de novo, e de novo...
Então me diga quando você olha em meus olhos: você consegue compartilhar todas as dores e os momentos felizes? Pois amarei você para o resto de minha vida.

Essa é minha primeira canção romântica que não terminou em lágrimas.
Acho que você reescreveu minha canção romântica para o resto de meus anos.
Amarei você para o resto de minha vida.”


P!nk – Love Song


Comecei o post com uma letra da cantora P!nk, por que acho que ela meio que resume todo o meu pensamento sobre o assunto. Love Song fala sobre pessoas que se fecham para relacionamentos amorosos, por medo de se machucarem e sofrerem caso ele não dê certo.

Acho que viver guardado atrás de certas barreiras é o melhor caminho para se preservar, mas a que preço? A vida é feita de riscos, tudo é feito de riscos. Conheço pessoas que criaram barreiras que as impedem de se apaixonarem, mas eu percebi que essas barreiras terminam afastando as pessoas delas.

Um amigo uma vez me disse que “não existe final feliz pra todo mundo”. Pode ser verdade, principalmente pra ele que me parecia tao convicto e satisfeito com sua infelicidade. Eu acreditei nisso e criei barreiras pra mim pensando que assim estaria seguro, mais feliz. Eu estava completamente errado. É verdade que não tinha o medo de me decepcionar com as pessoas, nem iria sentir aquela coisa ruim que as pessoas sentem quando um relacionamento não dá certo, mas eu estava completamente sozinho. Com o tempo os amigos não iriam poder suprir a necessidade de ter alguém com quem eu sentisse mais do que apenas carinho de amigo. Eu acho que consegui desfazer essas barreiras, ou alguém fez isso por mim.

Hoje em dia penso que a felicidade não estar em se preservar, mas em compartilhar sentimentos sinceros com os outros. Às vezes as pessoas nos machucam tanto que mudamos nossos hábitos só para que não nos sintamos “vulneráveis” novamente. Isso não é bom. Não temos que ter medo de viver e amar, temos que estar preparados para tudo, por que assim viveremos sem ter tanto medo.

Não sei se algum de vocês vai se identificar com esse post, mas eu queria passar para vocês que não temos que ter medo de amar. Que mesmo que nos machuquemos hoje, depois que a dor passar – e isso o tempo é quem vai resolver -, você vai ver que há um mundo cheio de pessoas que também estão passando, ou já passaram, por isso. Acredite, não desistir é o melhor remédio. Quem sabe depois você não vai encontrar alguém que te ame de verdade e reescreva sua canção romantica?

Quem quiser ouvir a música, aqui está o link pro youtube: http://www.youtube.com/watch?v=K28XZYaB5ow


See you,
Gutto S.

Virtual Friendship

9 comentários

sábado, 14 de agosto de 2010





Esses dias minha mãe me perguntou: “Por que seus amigos não vem aqui em casa?”
Eu olhei pra ela e respondi com outra pergunta: “Os dois ou três que tenho aqui, ou quatro ou cinco que tenho pelo Brasil?”

Ela me olhou como se não acreditasse e aquilo me fez sorrir. Minha mãe é antiquada, aliás, não só ela, mas também meu pai. Eu também seria, se não fosse o mundo virtual que descobri. Não sei quantos de vocês vêem o mundo virtual como eu vejo, onde as coisas podem ser reais e não apenas meros fakes, e, sinceramente, acreditar nas coisas é melhor que duvidar sempre.

Para algumas pessoas o mundo virtual pode terminar sendo mais do que apenas um mero passa-tempo. Acho que é quando o mundo virtual passa a ser o mundo real, e o mundo real a ser como um sonho/pesadelo. Não digo que isso é bom, nem ruim, mas isso acontece comigo.

Posso dizer que tenho mais amigos virtuais que em carne e osso, e que eles me fazem tão bem!

A distância impede o contato físico, mas isso não é nada diante do que realmente sentimos pelo outro. Tenho seis anos de mundo virtual, e já perdi a conta de quantos grandes amigos eu fiz pela internet.

Infelizmente, assim como no “mundo real”, na internet as coisas também passam e geralmente são esquecidas. É a mais pura verdade. Nada, absolutamente nada dura para sempre, e isso é bom por que você sempre vai poder se renovar. Guarde suas boas memórias, salve seus prints em CDs e viva acreditando na amizade.

Tenho grandes amigos virtuais espalhados pelo Brasil, os melhores eu diria, que sempre me apóiam, me fazem sorrir, alguns já me fizeram chorar, mas que os amo como os poucos reais que tenho. Alguns estão sempre em contato por celular e SMS e essa nossa amizade já dura mais do que anos. Dih é uma delas. Acho que nos conhecemos a mais de três anos, conversamos sobre tudo, sorrimos, cantamos, fofocamos, desabafamos, somos felizes juntos.

Deus colocou bons anjos da guarda na minha vida, alguns deles nem sabem da importância que têm. São eles: George, Luh, Fatinha, Lene, Leo Sanclart - que nem sabe que está nessa lista -, Mateo, Léo... São tantos que, mesmo se tentar dizer todos, ainda vou esquecer alguns. Sei que um dia nossas vidas vão se separar para sempre e que a distância vai se encarregar do esquecimento, mas até lá – e para sempre – vou ser grato por tê-los conhecido e amado-os.

Achei no Orkut uma comunidade que tem um texto legal, e que foi o inspirador do assunto desse post.


"Arquive as pessoas reais, ainda que virtuais, que cederam carinho, tempo, palavras, conselhos, a mão, o coração. pessoas que, de um jeito ou de outro, ajudaram você a ser um melhor, que te fizeram crescer em sabedoria e sentimentos, que te deram Amor de Verdade!"

Agradecimento à cmm=44676674 pelo texto.

Não gosto de usar o termo "amigos reais" (ligados ao mundo real), por que os da internet são reais também! Todo tipo de sentimento é válido e real! Seja feliz com todos seus amigos, seja sincero com todos eles, ame todos eles. A vida é apenas uma, e passar sem amigos é o mesmo que não viver.

See you,
Gutto S.

Sussurro Sóbrio

5 comentários
Eu queria começar dizendo que isso aqui não vai ser uma espécie de diário, mas eu sei que no futuro isso vai soar hipócrita.

Pretendo compartilhar pensamentos, frases, músicas, etc. Contudo, nem sei por onde começar.

Me chamam de Gutto, tenho uma história complicada, estou quase atingido a maior idade e não sei o que quero da vida. Tenho muita coisa na cabeça e é justamente por isso que resolvi acatar o "pedido" de algumas pessoas e por tudo pra fora por meio desse blog.

Esse é meu primeiro blog, não tenho experiência, mas estou bastante animado com isso aqui. Pra essa primeira postagem não quero falar muito, principalmente sobre mim, já que esse não foi o meu intuito ao criar o Sober Whisper.

Sobre o nome, bom, eu realmente queria algo legal e diferente, mas parece impossível já que todo tipo de título já está sendo usado. Na hora em que resolvi criar o blog eu ouvia Whisper, da banda Evanescence, e logo após, enquanto buscava algo para ouvir, acabei esbarrando em Sober da P!nk, e essa junção gerou o nome do meu blog.

Sem mais, para meu primeiro contato acho que o post está razoavelmente bom. Não esperem declarações, apenas confissões de uma mente confusa.

See you,
Gutto S.
Tecnologia do Blogger.